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#Clausewitz Reel by @foreignlanguagespress - Part 2 of Derbent's interview with @lundi.am about his book, "Clausewitz & the People's War": On the Maoist Influence in the 1970s on Anti-Colonial St
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@foreignlanguagespress
Part 2 of Derbent’s interview with @lundi.am about his book, “Clausewitz & the People’s War”: On the Maoist Influence in the 1970s on Anti-Colonial Struggle #flp #booktok #marxism #clausewitz
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Poland: "If another missile or aircraft enters our space without permission and is shot down, and the debris falls on NATO territory, don't come here
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@viteliobrustolin
Poland: “If another missile or aircraft enters our space without permission and is shot down, and the debris falls on NATO territory, don’t come here and complain.”   (Tradução para português nos comentários).   This was Polish Deputy Prime Minister Radosław Sikorski’s speech at the emergency UN Security Council meeting on Russia’s violation of Estonian airspace:   “To the representatives of Russia, I have this to say. We know you don’t care for international law and you are incapable of living in peace with your neighbours. Your insane nationalism contains a lust for domination that will not cease until you realise that the age of empires is over and that your empire will not be rebuilt. Every drone strike by the heroes of the Armed Forces of Ukraine, may God bless them, brings this day closer.   Your three-day special military operation can’t even conquer Donbas for ten years now. But the potential for criminal, catastrophic Russian mistakes is still there.   By ordering mobilisation in 1914, you precipitated the start of World War I, which bled Europe white and led to your Bolshevik revolution.   By signing the Hitler-Stalin pact, you helped launch World War II, the bloodiest in history.   By sovietising Central Europe, you caused the Cold War.   Don’t start another one.   We are peaceful democracies who have studiously avoided actively joining your attempt to reconquer Ukraine. But we will not be intimidated.   I have only one request to the Russian government. If another missile or aircraft enters our space without permission, deliberately or by mistake, and gets shot down and the wreckage falls on NATO territory, please don’t come here to whine about it.   You have been warned.”   #Ukraine #Europe #Russia #UnitedStates #UnitedStates #Trump #Brazil #War #Clausewitz #StrategicStudies #StrategicStudies #Realism #Realpolitik #InternationalLaw #InternationalLaw #Geopolitics #InternationalRelations #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #strategicstudies #SecurityCouncil #UN #UN #SecurityCouncil
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Por que um encontro presencial entre Lula e Trump pode se tornar mais um 'reality show' da Casa Branca
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse
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@viteliobrustolin
Por que um encontro presencial entre Lula e Trump pode se tornar mais um ‘reality show’ da Casa Branca   O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que um encontro com Donald Trump deixou de ser “impossível”, após o breve e cordial contato nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, e confirmou que há disposição para conversar oficialmente nas próximas semanas. Lula aventou a possibilidade de audiência pessoal.   Apesar do tom diplomático oficial, o cenário que se desenha tem duas faces. De um lado, um encontro presencial poderia, de fato, destravar negociações econômicas e reduzir o tom das medidas anunciadas pelos EUA; de outro, a própria natureza performática de Trump, transforma reuniões presidenciais em espetáculo público, com enorme exposição midiática e simbolismo político imediato.   Além da fatídica reunião com Zelensky em fevereiro, o precedente recente com o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa é o alerta mais concreto: em maio, Trump usou a sala Oval e elementos de show (iluminação, vídeos e argumentos surpresa) para constranger e marcar o encontro, um episódio amplamente interpretado como humilhação pública do visitante. A dinâmica de “armadilha performativa” pode repetir-se com qualquer líder que aceite um encontro presencial sem controlar formato, pauta e público. Para o governo brasileiro, portanto, a decisão não é apenas se sentar à mesa, mas como, e em que ambiente, fazê-lo, para evitar que temas delicados virem matéria-prima para mais um capítulo do ‘show de Trump’. Conversei sobre o tema com o Márcio Gomes, no CNN Prime Time. Segue um trecho.   A entrevista completa está disponível aqui (ao longo do jornal): https://youtu.be/d75vnSykvH8?si=nvAxalZulJMYZARZ   #EstadosUnidos #Trump #Brasil #Ucrania #Europa #Russia #Otan #Israel #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos #ConselhoDeSeguranca #ONU #UN #SecurityCouncil
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Países do Brics têm interesses divergentes e estão negociando individualmente com EUA
 
Recorrer ao Brics para apoiar o Brasil em disputas comerciais
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@viteliobrustolin
Países do Brics têm interesses divergentes e estão negociando individualmente com EUA   Recorrer ao Brics para apoiar o Brasil em disputas comerciais com os Estados Unidos não tem funcionado. Os principais do Brics já negociam individualmente com Washington, como a China, que recebeu proposta para ampliar em quatro vezes as importações de soja americana – medida que pode prejudicar o Brasil, hoje responsável por 70% da soja consumida pelos chineses.   Além disso, o Brics enfrenta conflitos internos, como as disputas fronteiriças entre Índia e China, as tensões entre Egito e Etiópia na Somália, e a conturbada relação entre Irã e Arábia Saudita, que só em 2023 reataram relações diplomáticas. Além disso, trata-se de uma organização informal, sem sede, estatuto ou regras de adesão, o que reduz sua força em temas comerciais.   O Mercosul, que seria uma alternativa formal para o Brasil negociar, também não tem a coesão necessária neste momento. A Argentina, por exemplo, obteve vantagens diretas em negociações bilaterais com os EUA, incluindo, segundo o presidente Milei isenção de 80% nas tarifas.   Conversei sobre o tema com o William Waack e a bancada do WW, na #CNNBrasil . Assista via link na bio.   Ou assista aqui: https://youtu.be/4yKrhcNxhmg?si=J7keFbhO2A0P1IKr   #Brics #Brasil #EstadosUnidos #Trump #Europa #Otan #Ucrania #Russia #Irã #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Estados Unidos empregam estratégia para afastar América Latina de China e Rússia; Brasil é parte desse tabuleiro geopolítico

Conversei sobre o tema c
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@viteliobrustolin
Estados Unidos empregam estratégia para afastar América Latina de China e Rússia; Brasil é parte desse tabuleiro geopolítico Conversei sobre o tema com a Hariane Bittencourt, para o Jornal do SBT. A reportagem pode ser assistida via link na bio e aqui: https://youtu.be/0fdm6pHEFqw?si=ywRUWW_1C6j9KmJ7   Também foi produzida uma reportagem para o site do SBT News: https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/sancoes-contra-autoridades-brasileiras-devem-demorar-a-cair-dizem-especialistas   #EstadosUnidos #Trump #Brasil #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Brasil no tabuleiro: Trump tenta ampliar estratégia usada na Argentina e no Panamá
 
Os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva conversar
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@viteliobrustolin
Brasil no tabuleiro: Trump tenta ampliar estratégia usada na Argentina e no Panamá   Os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva conversaram hoje pelo telefone, enquanto Washington aplica uma mistura de pressão econômica e oferta de cooperação - uma sequência que faz parte da estratégia americana já usada para reduzir a influência chinesa na região. Na prática, o governo Trump impôs tarifas elevadas sobre produtos brasileiros e, ao mesmo tempo, acenou com abertura para diálogo, numa combinação de “carrot-and-stick” que busca tornar o alinhamento com os EUA mais atraente e o custo da dependência de Pequim mais alto para Brasília.   A recente conversa telefônica entre os dois presidentes e as medidas tarifárias que a antecederam mostram como Washington vem alternando sanções econômicas com diplomacia para tentar reposicionar parceiros.   Esse playbook, ao mesmo tempo econômico e geopolítico, já foi aplicado com variantes para tentar afastar Buenos Aires e o Panamá do raio de influência chinês. Em Buenos Aires, por exemplo, o auxílio financeiro americano, destinado a substituir linhas de swaps ou financiamentos que antes vinham de Pequim, foi abertamente pensado para reduzir a dependência argentina de crédito chinês. Em relação ao Panamá, a abordagem inclui maior ênfase na cooperação em infraestrutura e segurança ao redor do canal e pressões visando limitar a influência comercial chinesa em nós logísticos sensíveis. Ao replicar essas ferramentas com o Brasil - tarifas, incentivos financeiros e diplomacia personalizada, o governo Trump busca o mesmo objetivo estratégico: deslocar o centro de gravidade comercial e político da China de volta para a órbita dos Estados Unidos.   Conversei sobre o tema com a Paula Valdez e com a Beatriz Ferrete, na BandNews TV. Assista via link na bio. Ou assista aqui: https://youtu.be/Kj3GJsLvTwo?si=Z78Y56lvX4oTNTjt   #Brasil #EstadosUnidos #China #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - 'Não sei se algo vai acontecer', diz Trump, sobre acordo com o Brasil

A bordo do avião presidencial americano para ir até o Japão, Donald Trump deu a
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‘Não sei se algo vai acontecer’, diz Trump, sobre acordo com o Brasil A bordo do avião presidencial americano para ir até o Japão, Donald Trump deu as primeiras declarações após o encontro que teve com o presidente brasileiro Lula para discutir as tarifas de 50% contra o Brasil: ‘Não sei se algo vai acontecer, mas vamos ver. Eles gostariam de fechar um acordo. Vamos ver, agora eles estão pagando, acho que 50% de tarifa. Mas tivemos uma ótima reunião’, continuou. Conversei sobre o tema com o Mateus Marques, na #GloboNews . Segue um trecho. #Brasil #EstadosUnidos #Trump #Venezuela #Colombia #Tarifas #Malasia #Guerra #Europa #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Aos oitenta anos, a ONU ainda tem vida?

Neste domingo, 28 de setembro, em que celebro meu aniversário, participo desse debate na CNN. Relevante para
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Aos oitenta anos, a ONU ainda tem vida? Neste domingo, 28 de setembro, em que celebro meu aniversário, participo desse debate na CNN. Relevante para estudiosos de Relações Internacionais e apaixonados por Geopolítica, o WW Especial é apresentado por William Waack e conta com a participação do cientista político Heni Ozi Cukier (professor HOC) e de Sergio Fausto, membro do Gacint-USP. *WW Especial* Aos oitenta anos, a ONU ainda tem vida? As respostas com: - Heni Ozi Cukier, cientista político e professor de Relações Internacionais - Sergio Fausto, cientista político e membro do Gacint-USP - Vitelio Brustolin, professor da UFF e pesquisador de Harvard *Neste domingo, 22h00 na CNN.* Link para assistir: https://www.youtube.com/live/ClHuEyBB8LE?si=ttnXdljoGKjAbsbF #ONU #UN #CNNBrasil #ConselhoDeSeguranca #SecurityCouncil #EstadosUnidos #Trump #Brasil #Guerra #Ucrania #Europa #Russia #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Sanções, tarifas e críticas públicas: o cenário que torna complexa uma reunião Lula-Trump
 
Uma possível reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula
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Sanções, tarifas e críticas públicas: o cenário que torna complexa uma reunião Lula-Trump   Uma possível reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump exige análise cautelosa, considerando os recentes episódios diplomáticos envolvendo o líder estadunidense. Em fevereiro de 2025, Trump e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky mantiveram um encontro conturbado na Casa Branca, caracterizado por acusações mútuas e um tom agressivo. Trump questionou a gratidão de Zelensky pelos apoios dos EUA e ameaçou retirar assistência caso não houvesse um acordo sobre recursos minerais ucranianos. A reunião resultou em críticas internacionais e uma suspensão temporária de ajuda militar e de inteligência por parte dos EUA, embora a assistência tenha sido retomada após um cessar-fogo proposto por Zelensky, que não foi aceito pela Rússia.   Outro episódio relevante ocorreu em maio de 2025, quando Trump recebeu o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa na Casa Branca. Trump fez alegações sobre um suposto “genocídio branco” na África do Sul, exibindo vídeos e documentos para sustentar suas afirmações. Ramaphosa refutou veementemente as acusações, mas o encontro foi amplamente visto como uma “emboscada diplomática”. A reunião gerou repercussões negativas, afetando as relações entre os dois países e gerando críticas tanto internas quanto internacionais.   Nada indica que Trump será apaziguador com Lula. As sanções e tarifas aplicadas pelos Estados Unidos indicam um caminho de demandas.   Conversei sobre o tema com a Tainá Falcão e o Gustavo Uribe, na CNN. Segue um trecho.   A análise completa está disponível na bio e também aqui, ao longo do #BastidoresCNN : https://www.youtube.com/live/a41cauyKDw8?si=0H0kHi0ujBwZarP6   #Brasil #EstadosUnidos #Trump #Ucrania #Europa #Russia #EstadosUnidos #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos #ConselhoDeSeguranca #ONU #UN #SecurityCouncil
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Reunião entre chanceleres: Estados Unidos tentam mover Brasil no tabuleiro geopolítico
 
O secretário de Estado dos EUA Marco Rubio se reúne hoje, em
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Reunião entre chanceleres: Estados Unidos tentam mover Brasil no tabuleiro geopolítico   O secretário de Estado dos EUA Marco Rubio se reúne hoje, em Washington, com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, num encontro marcado para preparar a agenda entre os presidentes e tratar de pontos econômicos e estratégicos sensíveis, sobretudo a disputa sobre tarifas impostas a produtos brasileiros e a busca do governo brasileiro por sua redução. A chamada foi formalizada depois de contatos entre Lula e Trump, e a pauta inclui negociações comerciais para tentar reverter impostos recentemente ampliados sobre exportações brasileiras, além de diálogo sobre clima, energia e investimentos.   Por trás da cortina comercial, a reunião também assume caráter geopolítico: Washington quer reposicionar o Brasil em questões regionais - especialmente Venezuela, mineração estratégica e a relação de Brasília com China - sem, no entanto, abandonar temas como cooperação no combate ao crime organizado e comércio. É esperado que Rubio pressione por alinhamentos em segurança regional e por garantias sobre investimentos e cadeias de suprimento, enquanto o Brasil buscará preservar sua autonomia de política externa e transformar o diálogo em redução concreta de tarifas.   Conversei sobre o tema com o Mateus Marques, na #GloboNews . Segue um trecho.   #EstadosUnidos #Trump #Brasil #Guerra #Europa #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Agência de espionagem da Coreia do Sul vê possibilidade de cúpula EUA-Coreia do Norte
 
A agência de espionagem da Coreia do Sul vê uma alta possibili
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Agência de espionagem da Coreia do Sul vê possibilidade de cúpula EUA-Coreia do Norte   A agência de espionagem da Coreia do Sul vê uma alta possibilidade de que a Coreia do Norte e os Estados Unidos realizem uma cúpula, sugerindo que Pyongyang pode buscar um encontro após março do próximo ano, disse um parlamentar.   O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu repetidamente um encontro com o recluso líder norte-coreano Kim Jong Un durante sua viagem à Coreia do Sul na semana passada, mas Kim não respondeu às suas propostas.   O líder norte-coreano disse que estaria disposto a conversar com os EUA se Washington abandonasse as exigências de desnuclearização.   Conversei sobre o tema com a Kelly Godoy, no Conexão #RecordNews . Assista no link na bio ou aqui (ao longo do jornal): https://www.youtube.com/live/vJeWw3PXXPo?si=pEkuM04BKJXbfBi3     #CoreiaDoNorte #EstadosUnidos #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin #estudosestratégicos
#Clausewitz Reel by @viteliobrustolin - Mediador em causa própria: Brasil tenta apaziguar EUA e Venezuela enquanto negocia tarifas com Trump
 
A tentativa do governo brasileiro de se colocar
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Mediador em causa própria: Brasil tenta apaziguar EUA e Venezuela enquanto negocia tarifas com Trump A tentativa do governo brasileiro de se colocar como mediador entre Estados Unidos e Venezuela nasce já sob suspeita de credibilidade. A oferta, revelada pelo chanceler Mauro Vieira após o encontro Lula-Trump em Kuala Lumpur, ocorre em meio a uma escalada de tensões entre Washington e Caracas e à própria agenda urgente de Brasília para reverter o “tarifaço” de 50% imposto pelos EUA a exportações brasileiras. O próprio Lula disse esperar uma “solução definitiva” com os EUA “em poucos dias”, deixando claro que a prioridade da diplomacia é destravar comércio e sanções, não arbitrar disputas alheias. Em termos práticos, soa como conflito de objetivos: enquanto o Itamaraty busca alívio tarifário e recomposição dos canais com Trump, o Planalto tenta vender a imagem de “fiador” da paz regional - uma ambição que exige capital político e neutralidade que o Brasil não demonstra possuir neste caso. O desgaste adicional vem das relações desgastadas de Lula com os dois polos venezuelanos. De um lado, Nicolás Maduro alterna acenos e atritos com Brasília - já negou “crise” com o Brasil, mas coleciona episódios que exigiram reprimendas públicas de Lula sobre respeito a resultados eleitorais, sinal de uma interlocução errática e pouco confiável. De outro, María Corina Machado, laureada com o Nobel da Paz, rejeitou explicitamente que Lula atue como mediador e ainda rememorou a fala do presidente brasileiro de que ela “não deveria ficar chorando” quando foi barrada de disputar a eleição. Resultado: a oposição não o aceita como árbitro e o regime de Maduro só o tolera quando convém - combinação que esvazia a aposta do Planalto e expõe o Brasil ao risco de desagradar a todos enquanto tenta, simultaneamente, arrancar concessões comerciais de Washington. Conversei sobre o tema com a Marina Franceschini, na #GloboNews #Venezuela #Brasil #EstadosUnidos #Guerra #Clausewitz #EstudosEstrategicos #StrategicStudies #Realismo #Realism #Realpolitik #DireitoInternacional #InternationalLaw #Geopolitica #RelacoesInternacionais #Geopolitics #InternationalRelations #VitelioBrustolin

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