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BRO caso Banco Master trouxe para o debate público um tema que normalmente permanece restrito aos bastidores das grandes operações: o uso de prejuízos fiscais.
Independentemente das versões que circulam, esse episódio deixa duas lições claras.
A primeira: estruturas complexas não sobrevivem a explicações simplificadas.
Em um ambiente onde a informação circula rápido, a simplificação excessiva esconde a densidade do problema.
E é justamente nesse ponto que começa a surgir a diferença entre empresas que apenas reagem ao sistema tributário e aquelas que estruturam suas decisões para usá-lo a seu favor.
A segunda: entre o “é impossível” e o “é fácil” existe um campo onde as decisões realmente acontecem.
Esse campo é formado pelos detalhes da legislação e pela capacidade de interpretá-los com precisão.
@brivaldo.neto










